Como sempre eu to com dificuldade de começar meu texto. Das duas, uma, ou eu realmente não sei como iniciar um texto ou eu penso tanto que eu não sei que acabo ficando bloqueado, mas vamos lá, tentar.
Hoje eu vou falar sobre uma baita mudança na minha vida. Não posso dar muitos detalhes de como isso aconteceu, mas posso dizer o quanto tem feito bem pra mim. É tudo muito novo, mas é bom. É estranho também, não nego, um cara que escreveu algo como escrevi na postagem do desenho do South Park estar escrevendo sobre isso agora é muito complicado de entender. Mas tô nem aí, eu não preciso entender pra saber que é bom.
A verdade é que, depois de muitas tentativas frustradas de minha grande amiga, que é como irmã, Larissa Leimig (isso, nome e sobrenome), eu resolvi ceder aos convites e ir ao EJC. Sim, eu fui difícil de convencer, sou muito teimoso. Cheguei lá um homem e saí outro completamente diferente. Não, eu não virei bicha, não se preocupem. A verdade é que, pela primeira vez na minha vida eu acreditei que Deus existe e que olha por nós mesmo que a gente vire a cara pra Ele. Aprendi que eu nunca estive só, sempre estive protegido, e sempre vai ser assim.
Mas essa postagem não tem o intuito de falar só isso, na verdade, ele tem o intuito de lembrar o que Ele fez por mim. Estar no EJC me fez perceber duas coisas muito importantes.
A primeira é que, aconteça o que acontecer, a família é tudo nas nossas vidas. E eu, por mais que já fosse apegado à minha família, vi ainda mais o quanto é importante ter eles por perto. Painho, mainha, Dezza, Miminho e Babi (sim, Babi é gente, só não fala e é muito peluda ahahah), que eu sei que estão do meu lado sempre.
A segunda é que amigos nunca são demais. Já diz a música do Charlie Brown Jr.: "Uma amizade a mais é uma saudade a menos". E assim eu conheci muitos amigos novos que só me fazem bem, e que se juntam aos tantos que já tenho. Carol e nossas conversas diárias, nossa cumplicidade tão rápida que faz eu acordar pensando em conversar com ela, Dani e minhas maldades no orkut dela, Aline e suas mensagens que me fazem sempre lembrar que a vida é boa, Malú e sua simpatia que sempre se traduz num sorriso, Aline Lins e sua inteligência e esperteza que tanto me impressionam, Tee e seu bom-humor e seu jeito contestador, Duda e seus trabalhos de colégio, Luiza e nossas conversas sobre "assuntos do coração, sua românticaaaa, sua apaixonaaaada hahahaha" (Ah, Luiza, eu quero Brownie), Tarsila, que tá longe e que tivemos pouco convívio, mas que marcou muito minha vida, Nine e a Nox, Tathi e nosso gosto musical refinado, Thiago e sua tranquilidade pra passar conhecimento e mais um monte de gente que se eu sair falando aqui, vou ter que passar o dia escrevendo. Então, se teu nome não tá aqui, não é porque eu esqueci de você, é simplesmente porque eu sou desligado e demente mesmo, mas você sabe que estou falando de você também, já que o que importa não é eu colocar teu nome aqui, o que importa é que se eu olhar pra você, vou dizer que sou teu amigo. E quem é meu amigo sabe disso.
É isso, chega!
Abraço pra todos vocês e vamo que vamo!
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Sobe ou Desce?

Rapaz, de ontem pra hoje eu escutei algumas pessoas dizendo que, quando eu morrer, eu vou pro inferno, o que eu discordo, mas vamos lá, falar sobre o assunto.
Sim, eu tenho pontos que me fazem pensar que eles estão certos e pontos que me fazem pensar que estão errados.
Eu iria pro céu caso fossem analisadas minhas atitudes, as coisas boas que eu faço, que eu penso. Eu sou um cara gente boa, eu acho, apesar de algumas coisas que eu faço de errado, no fim das contas, eu tenho saldo positivo. E eu já posso ver São Pedro me esperando lá em cima.
Mas, ao mesmo tempo, muita gente diz que essa minha vida sem religião complica tudo. Oxe, só porque eu tenho meus próprios pensamentos sobre Deus e religião?
Sim, eu acredito em Deus, mas tem hora que certas coisas me deixam meio sem saber o que pensar. Primeiro uma coisa que uma amiga até já argumentou sobre isso:
- Se Deus sabe tudo que a gente pensa e faz, pq temos que rezar pra ele? Não é repetir o óbvio e dar trabalho pra Ele, que já deve ser tão atarefado?
E tem mais coisa na lista:
- Porque tem gente que diz que Deus castiga? Deus não é bom?
- Porque tem igreja que cobra do povo que reza? Deus não precisa de dinheiro e a igreja não deveria cobrar, deveria ser algo espontâneo.
E o principal:
- Porque não se pode fazer piadas saudáveis com o nome de Deus? Porque dizem que é blasfêmia? Ora, se Deus é bom, o que é de verdade, porque iria ficar com raiva de uma brincadeira? Deus deve ter senso de humor também, né? É melhor fazer piada do que ficar botando a culpa Nele.
Bom, se meus argumentos estiverem certos, eu vou ser perdoado e vou ter uma pós vida tranquila na cobertura do mundo, com uma brisa no meu rosto, com tranquilidade, vidão bom, ou mortona boa, sei lá.
Mas se não tiverem, lá vou eu pegar o elevador pro subsolo. Aí é aquela coisa. O calor não deve ser muito diferente do calor de Recife, a violência também não, então nesse ponto não é muito diferente. Acho que o que iria diferenciar o inferno de Recife seria a música. Ao menos se eu me tornar, um dia, morador do subsolo, o que realmente não espero que aconteça, eu vou poder ir aos shows de Marilyn Manson, Slipknot, Bad Religion e mais um monte de banda legal, né não? Não, melhor ir pros shows deles enquanto to vivo.
"I´m going to heeeeeell, who´s coming with me?"
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Qual a senha? Sei lá, da uma porrada nele!
Comecei o texto com esse título porque me lembrei de um filme com os Trapalhões, em que Dedé mandava Didi dar uma porrada no cara, por não saber a senha, mas na verdade, ele repetia as palavras de Dedé, "Não sei, dá uma porrada nele", e conseguia entrar na base lá. E eu tinha esquecido a senha do blog, por isso parei de escrever, aí eu digitei "Não sei, dá uma porrada nele" e consegui acessar.
Então, aí resolvi falar sobre senhas.
As senhas, hoje em dia, comandam nossas vidas. Eu mesmo tenho umas 20 senhas diferentes. É senha pra banco, pra e-mail, pra blog, pra orkut, pra twitter, pra acessar o site do trabalho...
E com tanta senha pra guardar em uma cabeça só, e bem ruim, por sinal, fica difícil lembrar todas, e acontecem coisas desse tipo. Custava ter uma só pra tudo, né?
Eu fico pensando se tudo que a gente fizesse precisasse de senhas. Senha pra dormir, pra acordar, pra tomar banho, pra fazer as necessidades (ecaaa). Eu, sinceramente, iria querer passar dessa pra uma pior bem mais rápido, a não ser que tivesse senha pra isso também (por sinal, se tivesse, eu iria fazer questão de esquecer essa).
Agora eu anotei minhas senhas todas em um arquivo e bloqueei ele com senha. E se eu esquecer a senha desse arquivo também? Medo, muito medo...
Postagem patrocinada pela Insinuante: TRAGA A SENHA!
Então, aí resolvi falar sobre senhas.
As senhas, hoje em dia, comandam nossas vidas. Eu mesmo tenho umas 20 senhas diferentes. É senha pra banco, pra e-mail, pra blog, pra orkut, pra twitter, pra acessar o site do trabalho...
E com tanta senha pra guardar em uma cabeça só, e bem ruim, por sinal, fica difícil lembrar todas, e acontecem coisas desse tipo. Custava ter uma só pra tudo, né?
Eu fico pensando se tudo que a gente fizesse precisasse de senhas. Senha pra dormir, pra acordar, pra tomar banho, pra fazer as necessidades (ecaaa). Eu, sinceramente, iria querer passar dessa pra uma pior bem mais rápido, a não ser que tivesse senha pra isso também (por sinal, se tivesse, eu iria fazer questão de esquecer essa).
Agora eu anotei minhas senhas todas em um arquivo e bloqueei ele com senha. E se eu esquecer a senha desse arquivo também? Medo, muito medo...
Postagem patrocinada pela Insinuante: TRAGA A SENHA!
terça-feira, 16 de junho de 2009
Um belo texto sobre amizade verdadeira!
Eu fiquei com um pouco de dificuldade sobre como iria começar esse texto, assim como acontece na maioria das vezes. Sou péssimo em iniciar textos, mas até que dessa vez eu resolvi rápido, com uma frase bem piegas (bela palavra, né?), cheia de nhen nhen nhen. Aí vai o título:
Celise é um anjo na minha vida.
Um anjo meio estranho, vai, incomum. Bebe pra cacete, fuma pra cacete e fala mais palavrão que tudo no mundo, parece até Dercy Gonçalves. Mas não é que eu gosto dela assim mesmo? Poucas pessoas têm a sorte de ter uma amiga como essa que eu tenho. A nossa história é bem longa, com um baita hiato, mas é legal. Nos conhecemos no colégio, nos falávamos de vez em quando, mas nunca pudemos dizer que tínhamos uma amizade de verdade. A gente era colega, nada mais que isso. Ela saiu do colégio e eu nunca mais nem escutei falar nela, nem sabia se tava viva, e confesso, nem me importava com isso (Desculpa, visse? Se tu tivesse morrido, eu nem iria no teu enterro, vê que chato!). O tempo passou e eu conheci Giza, a grande amiga em comum que me fez lembrar que ela existia, mas ainda assim não me fez me preocupar muito com Celise, já que até essa época, ela nada mais era do que a amiga da minha amiga. Até o dia em que aconteceram coisas na vida dela, na época que estavam acontecendo coisas na minha. E aí essa figura, que não tem nem muito tamanho, nem muito peso, se agigantou na minha vida. Conversamos sobre vários assuntos, nesses dias, e fomos ajudando um ao outro em algumas coisas, principalmente ela me ajudando a transformar um pouco das minhas lágrimas em sorrisos e, depois, em risadas altas. Desde então, Celise se tornou uma pessoa essencial na minha vida, que me faz acreditar que as coisas, quando tem que acontecer, acontecem, inclusive a formação de grandes amizades. Quando nos víamos todos os dias, mal nos falávamos e, muitos anos depois, já adultos e distantes, pelo menos pra mim, ela se tornou uma das pessoas mais importantes que estão à minha volta. É isso, hoje eu sou um cara que pode dizer, com orgulho, que é amigo desse anjo meio caído que é Celise. E espero que seja pra sempre assim, porque, do meu lado, a amizade vai sempre existir, seja lá o que aconteça.
Ei, Celise Buchsamausmadmnudsam, sou teu fã, visse? Me dá um autógrafo? Heuehue
Beijo pra você!
Celise é um anjo na minha vida.
Um anjo meio estranho, vai, incomum. Bebe pra cacete, fuma pra cacete e fala mais palavrão que tudo no mundo, parece até Dercy Gonçalves. Mas não é que eu gosto dela assim mesmo? Poucas pessoas têm a sorte de ter uma amiga como essa que eu tenho. A nossa história é bem longa, com um baita hiato, mas é legal. Nos conhecemos no colégio, nos falávamos de vez em quando, mas nunca pudemos dizer que tínhamos uma amizade de verdade. A gente era colega, nada mais que isso. Ela saiu do colégio e eu nunca mais nem escutei falar nela, nem sabia se tava viva, e confesso, nem me importava com isso (Desculpa, visse? Se tu tivesse morrido, eu nem iria no teu enterro, vê que chato!). O tempo passou e eu conheci Giza, a grande amiga em comum que me fez lembrar que ela existia, mas ainda assim não me fez me preocupar muito com Celise, já que até essa época, ela nada mais era do que a amiga da minha amiga. Até o dia em que aconteceram coisas na vida dela, na época que estavam acontecendo coisas na minha. E aí essa figura, que não tem nem muito tamanho, nem muito peso, se agigantou na minha vida. Conversamos sobre vários assuntos, nesses dias, e fomos ajudando um ao outro em algumas coisas, principalmente ela me ajudando a transformar um pouco das minhas lágrimas em sorrisos e, depois, em risadas altas. Desde então, Celise se tornou uma pessoa essencial na minha vida, que me faz acreditar que as coisas, quando tem que acontecer, acontecem, inclusive a formação de grandes amizades. Quando nos víamos todos os dias, mal nos falávamos e, muitos anos depois, já adultos e distantes, pelo menos pra mim, ela se tornou uma das pessoas mais importantes que estão à minha volta. É isso, hoje eu sou um cara que pode dizer, com orgulho, que é amigo desse anjo meio caído que é Celise. E espero que seja pra sempre assim, porque, do meu lado, a amizade vai sempre existir, seja lá o que aconteça.
Ei, Celise Buchsamausmadmnudsam, sou teu fã, visse? Me dá um autógrafo? Heuehue
Beijo pra você!
sábado, 2 de maio de 2009
Hoje o aniversário é meu!
quinta-feira, 23 de abril de 2009
26 Vezes Cabra Safado
Hoje o assunto é o Senhor Jayme Pires D´Azevedo Neto, mais famoso como Miminho, ou "caba safado", seguido da cara feia de mainha, ou meu irmão, pra quem não conhece ele. Bom, hoje ele faz 26 anos. Tá ficando velho e careca. Infelizmente esse é o primeiro aniversário que não posso dar um beijo de parabéns no meu irmão, mas é assim mesmo, coisas da vida. Pelo menos ele tá na Bahia dançando axé, balançando a bunda e ficando rico pra me sustentar daqui a alguns anos. Mas a verdade é que Miminho faz falta aqui em casa, gritando e falando palavrão, com a incontrolável Síndrome de Tourette dele. Sempre fomos muito unidos, mesmo quando ele brigava comigo e eu chorava ou tentava bater nele, me deitando no chão e dando chutes pra não deixar ele se aproximar. Coisa normal de irmão mais novo. E ele sempre batia devagar, porque se batesse forte eu talvez não estivesse aqui escrevendo isso, porque, provavelmente, estaria com sérios problemas nos ossos. Mas esse ano eu, pela primeira vez, enxerguei Miminho como meu irmão adulto mais velho. Um adulto irmão de um adulto. Nos meus dias de maior desespero, eu deitado, chorando, e ele veio conversar comigo. Fiquei impressionado, porque foi a primeira vez que a gente conversou como dois homens e não como dois meninos. Coisas que a vida traz pra a gente. E agora aí tá ele, um véio cabra safado, de 26 anos, mas ainda é meu irmão que me protege, exatamente como sempre foi, desde criança. Sim, eu amo meu irmão.
Agora pra ele: Caba safado, se tu ler isso. Beijo pra tu e Parabéns.
Agora pra ele: Caba safado, se tu ler isso. Beijo pra tu e Parabéns.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Uma imagem vale mais que... vale porcaria nenhuma, rapaz!
Dia desses eu pensei sobre isso. Uma imagem vale mais que mil palavras? Coisa nenhuma. Nada bate mais na cara do que uma palavra bem dita no momento certo. E imagens? Imagens não são nada sem interpretação, sem o significado que as palavras dão a elas. Já palavras não. Palavras são diretas, dizem o que tem que dizer, sem precisar de outra coisa pra explicar. Por isso que eu dou tanto valor ao dito, ao escrito, mais do que ao ilustrado. Isso que torna a gente, humano, mais, digamos, evoluídos que os outros animais. Nós falamos, enquanto os outros só mostram. Sei lá, faltou palavra nisso aqui, mas acho que deu pra explicar. Deu pra explicar melhor do que daria se eu desenhasse algo.
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