A noite costuma fazer isso, cegar as pessoas.
A cada cair do sol, parece que são fechadas as cortinas dos olhos de muitos. Muitos que seguram seus medos, suas agonias, suas frustrações, acabam soltando isso nas noites onde a cegueira geral esconde a vergonha própria e alheia. Na luz baixa, todos se transformam em um e um se mistura a todos. E no outro dia? Tudo volta ao normal, como se nada do momento irracional da escuridão tivesse acontecido. Mas isso só de fachada porque, por trás das cortinas fica sempre a bagunça causada pela inconsequência de quem não teve medo de soltar seus fantasmas para o mundo.
Porque to falando isso? Não sei, talvez por estar em casa, olhando pro céu limpo, sem nuvens entre onde estou hoje e o lugar onde acredito que estarei no fim dos meus dias. Onde todos vamos nos encontrar, um dia. Até lá, o bom é aproveitar aqui embaixo, inconsequentemente ou não, mas da forma que mais nos agrada, sempre sabendo que o peso que carregamos nos ombros é colocado por nós mesmos.
Sei lá, to estranho hoje.
É lua cheia ou eu to naturalmente maluco?
sexta-feira, 5 de março de 2010
E 2010, hein?
Dois meses e alguns dias se passaram e, em meio às teias de aranhas, chego eu, de novo, aqui nesse glorioso blog do cidadão que vos escreve.
Na minha última postagem, desejei um 2010 melhor que 2009. E vou te contar, não precisava nem ser tão melhor assim. Meu Deus, que ano é esse, hein? Como minha vida mudou, como as coisas mudaram, quanta felicidade explodindo na minha frente.
A verdade é que, de alguma forma, as energias de 2010 estão me dando muita força. Janeiro foi um bom mês, de muita diversão, com Pablo, um dos primos italianos, que veio pra cá, junto com minha tia e meu tio. Quase não paramos em casa, sempre eu, ele e Larissa ou Ivânia, dependendo do dia. Aí ele foi embora. Ano que vem tem mais!
Aí veio fevereiro. Carnaval! Opa, como assim, Carnaval? Lula? Carnaval? Pois é! Minha estreia no Carnaval da minha terra foi incrivelmente mediováigel.
Entre prévias, ladeiras e quanta-ladeira e Recife Antigo, do maldito Rebolation ao ensurdecedor show de Nação Zumbi, passando pelo finzinho do show de Otto (pena que não vi esse inteiro), foi o fevereiro mais louco da minha vida. Muito bom passar esses dias ao lado das Larissas e de Thaísa. Andamos, andamos e andamos, enfrentamos muito preconceito, conceito e pós-conceito, fizemos um 21 e mandamos, com toda educação que nossas mães nos deram, muita gente "pra porra" (é, isso só a gente entende). Depois, a chegada de Diego, irmão de Pablo, e mais festa. Ter a família perto é sempre bom. Agora estou aqui, pronto pra continuar essa nova fase, pronto pra viver novas experiências (sem piadinhas relacionadas a pederastia, por favor!). Hoje eu posso garantir: o Lula dos textos passados já era. Hoje eu voltei a ser eu, daqui pra frente vai ser assim.
E agora o blog vai mudar um pouco. Tentarei fazer menos textos em primeira pessoa, e começar a escrever de um jeito que pouca gente me vê fazendo, textos não relacionados a minha vida. Ou relacionados à minha vida, mas não exatamente ela, ou sei lá, alguma coisa dessas aí.
A música de hoje?
Na minha última postagem, desejei um 2010 melhor que 2009. E vou te contar, não precisava nem ser tão melhor assim. Meu Deus, que ano é esse, hein? Como minha vida mudou, como as coisas mudaram, quanta felicidade explodindo na minha frente.
A verdade é que, de alguma forma, as energias de 2010 estão me dando muita força. Janeiro foi um bom mês, de muita diversão, com Pablo, um dos primos italianos, que veio pra cá, junto com minha tia e meu tio. Quase não paramos em casa, sempre eu, ele e Larissa ou Ivânia, dependendo do dia. Aí ele foi embora. Ano que vem tem mais!
Aí veio fevereiro. Carnaval! Opa, como assim, Carnaval? Lula? Carnaval? Pois é! Minha estreia no Carnaval da minha terra foi incrivelmente mediováigel.
Entre prévias, ladeiras e quanta-ladeira e Recife Antigo, do maldito Rebolation ao ensurdecedor show de Nação Zumbi, passando pelo finzinho do show de Otto (pena que não vi esse inteiro), foi o fevereiro mais louco da minha vida. Muito bom passar esses dias ao lado das Larissas e de Thaísa. Andamos, andamos e andamos, enfrentamos muito preconceito, conceito e pós-conceito, fizemos um 21 e mandamos, com toda educação que nossas mães nos deram, muita gente "pra porra" (é, isso só a gente entende). Depois, a chegada de Diego, irmão de Pablo, e mais festa. Ter a família perto é sempre bom. Agora estou aqui, pronto pra continuar essa nova fase, pronto pra viver novas experiências (sem piadinhas relacionadas a pederastia, por favor!). Hoje eu posso garantir: o Lula dos textos passados já era. Hoje eu voltei a ser eu, daqui pra frente vai ser assim.
E agora o blog vai mudar um pouco. Tentarei fazer menos textos em primeira pessoa, e começar a escrever de um jeito que pouca gente me vê fazendo, textos não relacionados a minha vida. Ou relacionados à minha vida, mas não exatamente ela, ou sei lá, alguma coisa dessas aí.
A música de hoje?
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
2009: que ano!

Hoje é o último dia do ano mais difícil dos 23 que eu já vivi. 2009 foi muito complicado. Um ano pra ser quase que inteiramente esquecido. Um ano em que eu planejava as melhores coisas pra minha vida, em que eu começava a pensar em dar passos além em muitas idéias que eu tinha pra futuro, mas incrivelmente, desde o começo de janeiro, num dia que já era ruim pra mim, por fazer um ano da perda do meu avô, tudo começou a ir por água abaixo. Começava ali, no dia 11/01 o que eu achava, no início, que era o fim de tudo. Mas não, não era. Na verdade, era o começo de muitas coisas. Era o princípio, por exemplo, de uma queda que eu nunca havia sofrido antes, uma decepção que não merece ser explicada nesse texto e, provavelmente, em nenhum que eu venha a escrever. Começava ali a depressão que iria mudar minha vida. Porque foi difícil sair dela. Quem viu de perto sabe o que eu falo. E toda essa confusão perdurou por longos e difíceis oito meses. Meses de altos e baixos, de felicidade instantânea e tristeza duradoura. Meses em que só eu, meus amigos e minha família sabem como eu sofri. E sem eles, sinceramente, não sei se estaria aqui hoje.
Mas, ao mesmo tempo em que eu sofria, eu amadurecia, eu me aproximava novamente de gente que realmente quer meu bem. Infelizmente não vou poder citar todos, mas cada um que participou da minha retomada da subida da ladeira da vida sabe que tá nesse texto. Sim, porque é como hoje eu enxergo a vida. Uma ladeira em que um tropeço pode fazer você cair até embaixo e pra subir de novo é difícil, desanima um pouco, mas a cada subida, você aprende os caminhos que não deve percorrer e, se tropeça, é por outros obstáculos.
Mas voltando, pensando nesse ano, e na minha retomada de felicidade, lembro de alguns pontos específicos. Rafa, Giza e Celise, antes do meu aniversário, as três primeiras pessoas que me fizeram sair de casa, deixar minha dor de lado um pouco e sorrir com as conversas no Bode. Os jogos do Náutico com os companheiros de sofrimento, Patrícia e VH. Os novos amigos que fiz, nos orkontros, Giba, Peixe, Elton, Mozart, Jéssyca, Gabi, Mine, e por aí vai, e até os distantes, Simone e Liginha, principalmente. A reaproximação com duas pessoas que, pra mim, são como irmãs, Palominha e Larissa. As minhas amigas que eu sempre vejo como aqueles bonecos de desenho animado, da consciência, o anjo que manda você fazer o bem e o diabinho que manda você fazer o mal. Assim são as duas pra mim. E é bom contar com vocês. Amo as duas. E tem mais, os amigos que eu fiz no lugar mais improvável pra mim, se eu pensasse nisso um tempo atrás: Numa igreja. Meu Deus, se alguém me dissesse, no dia 1 de janeiro de 2009 que, no último dia do ano eu estaria freqüentando uma igreja por vontade própria, eu tenho certeza que iria rir na cara do pobre coitado e chamar ele de louco.
E teve mais. Meu time caiu pra segunda divisão. Coisa besta junto do que passei, eu sei, mas foi mais uma coisa a completar o ano difícil.
Então, depois disso tudo, achando que eu não ia sofrer mais nada, eis que eu perco meu emprego. O desespero bateu de novo. E agora, o que fazer? E aparecem mais duas pessoas que eu não vou esquecer nunca o que fizeram por mim: Elis e Danilo. Muito obrigado pelo que vocês fizeram, me ajudando a conseguir emprego em menos de uma semana. Sempre vou agradecer a vocês por isso.
E agora, aqui estou eu, vivo, feliz, com a minha vida voltando a entrar nos eixos. Obrigado a todos vocês que me fizeram bem, e até os que me fizeram mal. De uma forma ou de outra, vocês são responsáveis pelo homem que eu sou hoje. E podem até falar o que eu já disse muito, sobre o que eu vou dizer agora, podem falar mal, eu não ligo, mas tenho duas frases que me guiam bastante. E o curioso é que as duas são de ídolos meus na música.
Uma é de Rodolfo Abrantes, e eu não sei exatamente como ela é, mas é mais ou menos assim: “Se estamos aqui, hoje, é porque Deus já nos livrou de muitas coisas, de doenças, de balas perdidas, de acidentes e de várias coisas que podem tirar nossas vidas.”
A outra é de uma música do Charlie Brown Jr. que diz que “se Deus me trouxe até aqui foi pra me mostrar, me lembrar e, definitivamente, me provar, que não importa o lugar, e sim como você se sente.”
E eu hoje me sinto bem, mais crescido como homem, uma pessoa melhor, que aproveita cada segundo da vida, junto das pessoas que amo e que eu sei que me amam.
É isso!
Feliz 2010 pra todos!
Que seja muito melhor que 2009.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Ooooww, tchururuuu, que coisa linda de meu Deus!
Como sempre eu to com dificuldade de começar meu texto. Das duas, uma, ou eu realmente não sei como iniciar um texto ou eu penso tanto que eu não sei que acabo ficando bloqueado, mas vamos lá, tentar.
Hoje eu vou falar sobre uma baita mudança na minha vida. Não posso dar muitos detalhes de como isso aconteceu, mas posso dizer o quanto tem feito bem pra mim. É tudo muito novo, mas é bom. É estranho também, não nego, um cara que escreveu algo como escrevi na postagem do desenho do South Park estar escrevendo sobre isso agora é muito complicado de entender. Mas tô nem aí, eu não preciso entender pra saber que é bom.
A verdade é que, depois de muitas tentativas frustradas de minha grande amiga, que é como irmã, Larissa Leimig (isso, nome e sobrenome), eu resolvi ceder aos convites e ir ao EJC. Sim, eu fui difícil de convencer, sou muito teimoso. Cheguei lá um homem e saí outro completamente diferente. Não, eu não virei bicha, não se preocupem. A verdade é que, pela primeira vez na minha vida eu acreditei que Deus existe e que olha por nós mesmo que a gente vire a cara pra Ele. Aprendi que eu nunca estive só, sempre estive protegido, e sempre vai ser assim.
Mas essa postagem não tem o intuito de falar só isso, na verdade, ele tem o intuito de lembrar o que Ele fez por mim. Estar no EJC me fez perceber duas coisas muito importantes.
A primeira é que, aconteça o que acontecer, a família é tudo nas nossas vidas. E eu, por mais que já fosse apegado à minha família, vi ainda mais o quanto é importante ter eles por perto. Painho, mainha, Dezza, Miminho e Babi (sim, Babi é gente, só não fala e é muito peluda ahahah), que eu sei que estão do meu lado sempre.
A segunda é que amigos nunca são demais. Já diz a música do Charlie Brown Jr.: "Uma amizade a mais é uma saudade a menos". E assim eu conheci muitos amigos novos que só me fazem bem, e que se juntam aos tantos que já tenho. Carol e nossas conversas diárias, nossa cumplicidade tão rápida que faz eu acordar pensando em conversar com ela, Dani e minhas maldades no orkut dela, Aline e suas mensagens que me fazem sempre lembrar que a vida é boa, Malú e sua simpatia que sempre se traduz num sorriso, Aline Lins e sua inteligência e esperteza que tanto me impressionam, Tee e seu bom-humor e seu jeito contestador, Duda e seus trabalhos de colégio, Luiza e nossas conversas sobre "assuntos do coração, sua românticaaaa, sua apaixonaaaada hahahaha" (Ah, Luiza, eu quero Brownie), Tarsila, que tá longe e que tivemos pouco convívio, mas que marcou muito minha vida, Nine e a Nox, Tathi e nosso gosto musical refinado, Thiago e sua tranquilidade pra passar conhecimento e mais um monte de gente que se eu sair falando aqui, vou ter que passar o dia escrevendo. Então, se teu nome não tá aqui, não é porque eu esqueci de você, é simplesmente porque eu sou desligado e demente mesmo, mas você sabe que estou falando de você também, já que o que importa não é eu colocar teu nome aqui, o que importa é que se eu olhar pra você, vou dizer que sou teu amigo. E quem é meu amigo sabe disso.
É isso, chega!
Abraço pra todos vocês e vamo que vamo!
Hoje eu vou falar sobre uma baita mudança na minha vida. Não posso dar muitos detalhes de como isso aconteceu, mas posso dizer o quanto tem feito bem pra mim. É tudo muito novo, mas é bom. É estranho também, não nego, um cara que escreveu algo como escrevi na postagem do desenho do South Park estar escrevendo sobre isso agora é muito complicado de entender. Mas tô nem aí, eu não preciso entender pra saber que é bom.
A verdade é que, depois de muitas tentativas frustradas de minha grande amiga, que é como irmã, Larissa Leimig (isso, nome e sobrenome), eu resolvi ceder aos convites e ir ao EJC. Sim, eu fui difícil de convencer, sou muito teimoso. Cheguei lá um homem e saí outro completamente diferente. Não, eu não virei bicha, não se preocupem. A verdade é que, pela primeira vez na minha vida eu acreditei que Deus existe e que olha por nós mesmo que a gente vire a cara pra Ele. Aprendi que eu nunca estive só, sempre estive protegido, e sempre vai ser assim.
Mas essa postagem não tem o intuito de falar só isso, na verdade, ele tem o intuito de lembrar o que Ele fez por mim. Estar no EJC me fez perceber duas coisas muito importantes.
A primeira é que, aconteça o que acontecer, a família é tudo nas nossas vidas. E eu, por mais que já fosse apegado à minha família, vi ainda mais o quanto é importante ter eles por perto. Painho, mainha, Dezza, Miminho e Babi (sim, Babi é gente, só não fala e é muito peluda ahahah), que eu sei que estão do meu lado sempre.
A segunda é que amigos nunca são demais. Já diz a música do Charlie Brown Jr.: "Uma amizade a mais é uma saudade a menos". E assim eu conheci muitos amigos novos que só me fazem bem, e que se juntam aos tantos que já tenho. Carol e nossas conversas diárias, nossa cumplicidade tão rápida que faz eu acordar pensando em conversar com ela, Dani e minhas maldades no orkut dela, Aline e suas mensagens que me fazem sempre lembrar que a vida é boa, Malú e sua simpatia que sempre se traduz num sorriso, Aline Lins e sua inteligência e esperteza que tanto me impressionam, Tee e seu bom-humor e seu jeito contestador, Duda e seus trabalhos de colégio, Luiza e nossas conversas sobre "assuntos do coração, sua românticaaaa, sua apaixonaaaada hahahaha" (Ah, Luiza, eu quero Brownie), Tarsila, que tá longe e que tivemos pouco convívio, mas que marcou muito minha vida, Nine e a Nox, Tathi e nosso gosto musical refinado, Thiago e sua tranquilidade pra passar conhecimento e mais um monte de gente que se eu sair falando aqui, vou ter que passar o dia escrevendo. Então, se teu nome não tá aqui, não é porque eu esqueci de você, é simplesmente porque eu sou desligado e demente mesmo, mas você sabe que estou falando de você também, já que o que importa não é eu colocar teu nome aqui, o que importa é que se eu olhar pra você, vou dizer que sou teu amigo. E quem é meu amigo sabe disso.
É isso, chega!
Abraço pra todos vocês e vamo que vamo!
terça-feira, 22 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Sobe ou Desce?

Rapaz, de ontem pra hoje eu escutei algumas pessoas dizendo que, quando eu morrer, eu vou pro inferno, o que eu discordo, mas vamos lá, falar sobre o assunto.
Sim, eu tenho pontos que me fazem pensar que eles estão certos e pontos que me fazem pensar que estão errados.
Eu iria pro céu caso fossem analisadas minhas atitudes, as coisas boas que eu faço, que eu penso. Eu sou um cara gente boa, eu acho, apesar de algumas coisas que eu faço de errado, no fim das contas, eu tenho saldo positivo. E eu já posso ver São Pedro me esperando lá em cima.
Mas, ao mesmo tempo, muita gente diz que essa minha vida sem religião complica tudo. Oxe, só porque eu tenho meus próprios pensamentos sobre Deus e religião?
Sim, eu acredito em Deus, mas tem hora que certas coisas me deixam meio sem saber o que pensar. Primeiro uma coisa que uma amiga até já argumentou sobre isso:
- Se Deus sabe tudo que a gente pensa e faz, pq temos que rezar pra ele? Não é repetir o óbvio e dar trabalho pra Ele, que já deve ser tão atarefado?
E tem mais coisa na lista:
- Porque tem gente que diz que Deus castiga? Deus não é bom?
- Porque tem igreja que cobra do povo que reza? Deus não precisa de dinheiro e a igreja não deveria cobrar, deveria ser algo espontâneo.
E o principal:
- Porque não se pode fazer piadas saudáveis com o nome de Deus? Porque dizem que é blasfêmia? Ora, se Deus é bom, o que é de verdade, porque iria ficar com raiva de uma brincadeira? Deus deve ter senso de humor também, né? É melhor fazer piada do que ficar botando a culpa Nele.
Bom, se meus argumentos estiverem certos, eu vou ser perdoado e vou ter uma pós vida tranquila na cobertura do mundo, com uma brisa no meu rosto, com tranquilidade, vidão bom, ou mortona boa, sei lá.
Mas se não tiverem, lá vou eu pegar o elevador pro subsolo. Aí é aquela coisa. O calor não deve ser muito diferente do calor de Recife, a violência também não, então nesse ponto não é muito diferente. Acho que o que iria diferenciar o inferno de Recife seria a música. Ao menos se eu me tornar, um dia, morador do subsolo, o que realmente não espero que aconteça, eu vou poder ir aos shows de Marilyn Manson, Slipknot, Bad Religion e mais um monte de banda legal, né não? Não, melhor ir pros shows deles enquanto to vivo.
"I´m going to heeeeeell, who´s coming with me?"
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Qual a senha? Sei lá, da uma porrada nele!
Comecei o texto com esse título porque me lembrei de um filme com os Trapalhões, em que Dedé mandava Didi dar uma porrada no cara, por não saber a senha, mas na verdade, ele repetia as palavras de Dedé, "Não sei, dá uma porrada nele", e conseguia entrar na base lá. E eu tinha esquecido a senha do blog, por isso parei de escrever, aí eu digitei "Não sei, dá uma porrada nele" e consegui acessar.
Então, aí resolvi falar sobre senhas.
As senhas, hoje em dia, comandam nossas vidas. Eu mesmo tenho umas 20 senhas diferentes. É senha pra banco, pra e-mail, pra blog, pra orkut, pra twitter, pra acessar o site do trabalho...
E com tanta senha pra guardar em uma cabeça só, e bem ruim, por sinal, fica difícil lembrar todas, e acontecem coisas desse tipo. Custava ter uma só pra tudo, né?
Eu fico pensando se tudo que a gente fizesse precisasse de senhas. Senha pra dormir, pra acordar, pra tomar banho, pra fazer as necessidades (ecaaa). Eu, sinceramente, iria querer passar dessa pra uma pior bem mais rápido, a não ser que tivesse senha pra isso também (por sinal, se tivesse, eu iria fazer questão de esquecer essa).
Agora eu anotei minhas senhas todas em um arquivo e bloqueei ele com senha. E se eu esquecer a senha desse arquivo também? Medo, muito medo...
Postagem patrocinada pela Insinuante: TRAGA A SENHA!
Então, aí resolvi falar sobre senhas.
As senhas, hoje em dia, comandam nossas vidas. Eu mesmo tenho umas 20 senhas diferentes. É senha pra banco, pra e-mail, pra blog, pra orkut, pra twitter, pra acessar o site do trabalho...
E com tanta senha pra guardar em uma cabeça só, e bem ruim, por sinal, fica difícil lembrar todas, e acontecem coisas desse tipo. Custava ter uma só pra tudo, né?
Eu fico pensando se tudo que a gente fizesse precisasse de senhas. Senha pra dormir, pra acordar, pra tomar banho, pra fazer as necessidades (ecaaa). Eu, sinceramente, iria querer passar dessa pra uma pior bem mais rápido, a não ser que tivesse senha pra isso também (por sinal, se tivesse, eu iria fazer questão de esquecer essa).
Agora eu anotei minhas senhas todas em um arquivo e bloqueei ele com senha. E se eu esquecer a senha desse arquivo também? Medo, muito medo...
Postagem patrocinada pela Insinuante: TRAGA A SENHA!
terça-feira, 16 de junho de 2009
Um belo texto sobre amizade verdadeira!
Eu fiquei com um pouco de dificuldade sobre como iria começar esse texto, assim como acontece na maioria das vezes. Sou péssimo em iniciar textos, mas até que dessa vez eu resolvi rápido, com uma frase bem piegas (bela palavra, né?), cheia de nhen nhen nhen. Aí vai o título:
Celise é um anjo na minha vida.
Um anjo meio estranho, vai, incomum. Bebe pra cacete, fuma pra cacete e fala mais palavrão que tudo no mundo, parece até Dercy Gonçalves. Mas não é que eu gosto dela assim mesmo? Poucas pessoas têm a sorte de ter uma amiga como essa que eu tenho. A nossa história é bem longa, com um baita hiato, mas é legal. Nos conhecemos no colégio, nos falávamos de vez em quando, mas nunca pudemos dizer que tínhamos uma amizade de verdade. A gente era colega, nada mais que isso. Ela saiu do colégio e eu nunca mais nem escutei falar nela, nem sabia se tava viva, e confesso, nem me importava com isso (Desculpa, visse? Se tu tivesse morrido, eu nem iria no teu enterro, vê que chato!). O tempo passou e eu conheci Giza, a grande amiga em comum que me fez lembrar que ela existia, mas ainda assim não me fez me preocupar muito com Celise, já que até essa época, ela nada mais era do que a amiga da minha amiga. Até o dia em que aconteceram coisas na vida dela, na época que estavam acontecendo coisas na minha. E aí essa figura, que não tem nem muito tamanho, nem muito peso, se agigantou na minha vida. Conversamos sobre vários assuntos, nesses dias, e fomos ajudando um ao outro em algumas coisas, principalmente ela me ajudando a transformar um pouco das minhas lágrimas em sorrisos e, depois, em risadas altas. Desde então, Celise se tornou uma pessoa essencial na minha vida, que me faz acreditar que as coisas, quando tem que acontecer, acontecem, inclusive a formação de grandes amizades. Quando nos víamos todos os dias, mal nos falávamos e, muitos anos depois, já adultos e distantes, pelo menos pra mim, ela se tornou uma das pessoas mais importantes que estão à minha volta. É isso, hoje eu sou um cara que pode dizer, com orgulho, que é amigo desse anjo meio caído que é Celise. E espero que seja pra sempre assim, porque, do meu lado, a amizade vai sempre existir, seja lá o que aconteça.
Ei, Celise Buchsamausmadmnudsam, sou teu fã, visse? Me dá um autógrafo? Heuehue
Beijo pra você!
Celise é um anjo na minha vida.
Um anjo meio estranho, vai, incomum. Bebe pra cacete, fuma pra cacete e fala mais palavrão que tudo no mundo, parece até Dercy Gonçalves. Mas não é que eu gosto dela assim mesmo? Poucas pessoas têm a sorte de ter uma amiga como essa que eu tenho. A nossa história é bem longa, com um baita hiato, mas é legal. Nos conhecemos no colégio, nos falávamos de vez em quando, mas nunca pudemos dizer que tínhamos uma amizade de verdade. A gente era colega, nada mais que isso. Ela saiu do colégio e eu nunca mais nem escutei falar nela, nem sabia se tava viva, e confesso, nem me importava com isso (Desculpa, visse? Se tu tivesse morrido, eu nem iria no teu enterro, vê que chato!). O tempo passou e eu conheci Giza, a grande amiga em comum que me fez lembrar que ela existia, mas ainda assim não me fez me preocupar muito com Celise, já que até essa época, ela nada mais era do que a amiga da minha amiga. Até o dia em que aconteceram coisas na vida dela, na época que estavam acontecendo coisas na minha. E aí essa figura, que não tem nem muito tamanho, nem muito peso, se agigantou na minha vida. Conversamos sobre vários assuntos, nesses dias, e fomos ajudando um ao outro em algumas coisas, principalmente ela me ajudando a transformar um pouco das minhas lágrimas em sorrisos e, depois, em risadas altas. Desde então, Celise se tornou uma pessoa essencial na minha vida, que me faz acreditar que as coisas, quando tem que acontecer, acontecem, inclusive a formação de grandes amizades. Quando nos víamos todos os dias, mal nos falávamos e, muitos anos depois, já adultos e distantes, pelo menos pra mim, ela se tornou uma das pessoas mais importantes que estão à minha volta. É isso, hoje eu sou um cara que pode dizer, com orgulho, que é amigo desse anjo meio caído que é Celise. E espero que seja pra sempre assim, porque, do meu lado, a amizade vai sempre existir, seja lá o que aconteça.
Ei, Celise Buchsamausmadmnudsam, sou teu fã, visse? Me dá um autógrafo? Heuehue
Beijo pra você!
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